05/12/2016

Implante de marca passo no HSDS

Com 85 anos de vida, a dona Julia Falquetti, residente em Bom Sucesso, em Iomerê, e beneficiária Pladisa – Planos de Saúde, entrou para a história do município, isso porque, ela foi a paciente que protagonizou o primeiro implante de marca passo do Hospital Salvatoriano Divino Salvador.


O procedimento foi realizado na tarde da última terça-feira, dia 29, por meio do cirurgião cardiovascular, Daniel Rossano Correa. A indicação pelo implante foi do médico cardiologista Luiz Eduardo Gibbini. Segundo Gibbini o procedimento foi indicado devido a baixa frequência cardíaca da paciente.


O procedimento de pouco mais de 20 minutos foi concluído com sucesso. Depois de menos de 24 horas a paciente já havia recebido alta hospitalar. Em casa, com as filhas, Dona Julia relatou o bom atendimento “São dois excelentes médicos que me atenderam muito bem. Estou em plena recuperação” afirmou.


Para o procedimento, o médico cirurgião enalteceu as boas condições disponibilizadas pelo Hospital Salvatoriano Divino Salvador. Segundo ele, para o procedimento realizado, a unidade atendeu muito bem as expectativas. Além do médico cardiologista, Luiz Carlos Gibbini, também acompanhou o procedimento o técnico da empresa responsável pelos ajustes no aparelho. O provisionamento é que a bateria do marca-passo tenho duração de 15 anos


“Pela indicação, disponibilidade do médico cirurgião e as condições do Hospital, conseguimos realizar todo o procedimento aqui, trazendo a proximidade do atendimento e a comodidade a paciente. Agora estaremos dando continuidade ao acompanhamento da paciente” afirmou.


O que é o implante de marca passo


O procedimento de implante de um marca-passo é normalmente rápido. Não é necessária uma cirurgia aberta do coração e a maioria das pessoas recebe alta em 24 horas. Antes da cirurgia, um medicamento é administrado para deixar o paciente relaxado e confortável. A cirurgia é realizada com anestesia local. O cirurgião faz uma incisão na pele, na porção superior do tórax de aproximadamente 10 cm. Um ou dois cabos-eletrodos (fios recobertos) são introduzidos através de uma veia até o coração. O cirurgião, então, conecta o(s) eletrodo(s) com o seu marca-passo e programa o dispositivo para as suas necessidades médicas.

Então o marca-passo é introduzido debaixo da pele na parte superior do tórax e a incisão é fechada. O médico então testa o marca-passo para assegurar-se que ele esteja funcionando adequadamente de acordo com as suas necessidades. Normalmente o paciente fica no hospital uma noite e tem alta no dia seguinte, podendo ir para casa com instruções de cuidados com a sua incisão.

 



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